Proyecto 30 / Projeto 30

 

 

Estudios sobre Lenguaje jurídico y comunicación / Estudos sobre Linguagem Jurídica e Comunicação

 

 

Coordinadoras / Coordenadoras:

Maria das Graças Soares Rodrigues (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) - gracasrodrigues@gmail.com

Mariana Cucatto (Universidad Nacional de La Plata - CONICET) - marianacucatto@yahoo.com.ar

 

 

Presentación:

 

Este proyecto se propone dar continuidad a un conjunto de Congresos y Simposios, nacionales e internacionales, organizados por la ALFAL (2014, 2017), la Delegación Argentina de la ALFAL (2012, 2015, 2019) y la Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DISJURI, 2014, 2015, 2016, 2018, 2021), con el objetivo principal de convocar y reunir a investigadores/as interesados/as en abordar diferentes aspectos vinculados con el lenguaje jurídico (legal, judicial o administrativo) y la comunicación, ya sea desde una perspectiva teórica o aplicada.

Asimismo, este proyecto busca promover el estudio y reflexión sobre los siguientes temas:

 

Ø    Lenguaje jurídico como lenguaje de especialidad/profesional, con fines       específicos.

Ø    Lenguaje jurídico: rasgos lingüístico-enunciativos, textuales, discursivos y

 comunicativos.

Ø    Lenguaje jurídico y derechos humanos. Vulnerabilidad. Acceso a la justicia.

Ø    Lenguaje jurídico y género. Lenguaje inclusivo.

Ø    Lenguaje jurídico: clarificación, optimización y democratización.

Ø    Lenguaje jurídico: evidencia lingüística y proceso judicial. Lingüística Forense.

Ø    Lenguaje jurídico y traducción.

Ø    Lenguaje jurídico: investigaciones sobre enseñanza de los lenguajes profesionales.

 

 

Objetivos del proyecto:

 

- Congregar a los/as investigadores/as interesados/as en abordar diferentes cuestiones y fenómenos relacionados con el lenguaje jurídico y la comunicación.

 

- Propender a la constitución de nuevas redes interinstitucionales en torno al estudio del lenguaje jurídico y la comunicación en el marco de ALFAL, como así también afianzar las vinculaciones con las ya preexistentes.

 

- Desarrollar proyectos de investigación en colaboración interinstitucional.

 

- Organizar publicaciones individuales y/o en coautoría con investigadores/as de diferentes países.

 

- Revalorizar y consolidar la comunicación jurídica como aspecto clave de la vida en democracia y como objeto de estudio relevante en el campo de las ciencias sociales.

 

- Favorecer el diálogo entre las disciplinas, los paradigmas, los enfoques y métodos que convergen en el interés por la investigación sobre el lenguaje jurídico, ya sea desde una perspectiva teórica o aplicada.

 

- Propiciar las investigaciones que exploran el lenguaje jurídico desde una perspectiva     interlingüística e intercultural.

 

Justificativa:

 

El impacto de las nuevas realidades, demandas y derechos que emergen y se consolidan con el avance del siglo XXI –derechos inherentes a la perspectiva de género, derechos ambientales ante la inminencia del cambio climático, derechos vinculados con la inclusión digital, derechos ante las crisis humanitarias de índole sanitaria, económica, bélica y migratoria, entre otros– imponen la necesidad de adecuar el lenguaje jurídico y la comunicación a esta coyuntura, al mismo tiempo que problematizan los marcos teóricos y metodológicos preexistentes para describirlos y explicarlos. Entendemos que la emergencia de estas y otras demandas, sumadas a la consideración cada vez más extendida del derecho de las personas a comprender las decisiones judiciales y las leyes, inciden sobre los distintos niveles de organización y análisis del lenguaje jurídico y su comunicación.

Asimismo, la diversificación del campo investigativo sobre esta temática, pone de manifiesto, y de forma cada vez más evidente, el imperativo de estudiar el lenguaje jurídico (legal, judicial o administrativo) desde una perspectiva de complejidad y diálogo transdisciplinario. Por estas razones, asumimos los ejes temáticos precitados y los objetivos del proyecto como punto de partida, abierto a la incorporación de nuevas miradas, priorizando la exploración de los objetos por encima de los nichos disciplinarios, los paradigmas y las tradiciones académicas históricamente enfocadas al estudio del lenguaje jurídico y la comunicación.

 

En el marco del interés suscitado por este tema, ya han surgido algunas publicaciones, tales como:

 

Apresentação:

 

Este projeto se propõe a dar continuidade a um conjunto de Congressos, Simpósios nacionais e internacionais, organizados pela ALFAL (2014, 2017), A Delegação Argentina da ALFAL (2012, 2015, 2019) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DISJURI, 2014, 2015, 2016, 2018, 2021), com o objetivo principal de convocar e reunir pesquisadores/as interesado(a)s em abordar diferentes aspectos vinculados à linguagem jurídica (legal, judicial ou administrativa) e a comunicação, ou seja, a partir de uma perspectiva teórica ou aplicada.

Igualmente, este projeto busca promover o estudo e a reflexão sobre os seguintes temas:

 

Ø    Linguagem jurídica como linguagem de especialidade/profissional, com fins

      específicos.

Ø    Linguagem jurídica: marcas linguístico-enunciativas, textuais, discursivas e

      comunicativas.

Ø    Linguagem jurídica e direitos humanos. Vulnerabilidade. Acesso à justiça.

Ø    Linguagem jurídica e gênero. Linguagem inclusiva.

Ø    Linguagem jurídica: clarificação, otimização e democratização.

Ø    Linguagem jurídica: evidencia linguística e proceso judicial. Linguística Forense.

Ø    Linguagem jurídica e tradução.

Ø    Linguagem jurídica: investigações sobre ensino das linguagens profissionais.

 

Objetivos do projeto:

 

- Congregar o(s) pesquisador(es)(ras) interesado(a)(s) em abordar diferentes questões e fenômenos relacionados à linguagem jurídica e à comunicação.

 

- Propor a constituição de novas redes interinstitucionais acerca da linguagem jurídica e da comunicação no âmbito da ALFAL, assim como reforçar os vínculos com os já pré- existentes.

 

- Desenvolver projetos de investigação em colaboração interinstitucional.

 

- Organizar publicações individuais e/ou em coautoria com pesquisadores de diferentes países.

 

- Revalorizar e consolidar a comunicação jurídica como aspecto chave da vida em democracia e como objeto de estudo relevante no campo das ciências sociais.

 

- Favorecer o diálogo entre as disciplinas, os paradigmas, os enfoques e os métodos que convergem no interesse pela pesquisa em linguagem jurídica, seja de uma perspectiva teórica ou aplicada.

 

- Propiciar as investigações que explorem a linguagem jurídica a partir de uma perspectiva interlinguística e intercultural.

 

Justificativa:

 

O impacto das novas realidades, demandas e direitos que emergem e se consolidam à medida que o Século XXI avança – direitos inerentes à perspectiva do gênero, direitos ambientais em face da iminência da mudança climática, direitos vinculados à inclusão digital, direitos em face das crises humanitárias de natureza sanitária, económica, bélica e migratória entre outros – impõem a necessidade de adequar a linguagem jurídica e a comunicação a esta conjuntura, ao mesmo tempo que problematizam os marcos teóricos e metodológicos pré-existentes para descrevê-los e explicá-los. Entendemos que a emergencia dessas e de outras demandas, somadas à consideração cada vez mais estendida do direito das pessoas a compreender as decisões judiciais e as leis, incidem sobre os diferentes níveis da organização e da análise da linguagem jurídica e da sua comunicação.

Igualmente, a diversificação do campo investigativo sobre esta temática, revela o imperativo de se estudar a linguagem jurídica (legal, judicial ou administrativo), a partir de uma perspectiva de complexidade e diálogo transdisciplinar. Por essas razões, assumimos os eixos temáticos pré-citados e os objetivos do projeto como ponto de partida, aberto à incorporação de novos olhares, priorizando a exploração dos objetos acima dos nichos disciplinares, dos paradigmas e das tradições acadêmicas historicamente voltadas para os estudos da linguagem jurídica e da comunicação.

 

No âmbito do interesse suscitado por este tema, surgiram algumas publicações, tais como:

 

 

 

BERNARDI, Lucía. De la afectividad/expresividad en el discurso judicial: el lugar de las pruebas subjetivas o morales en la argumentación jurídica. En: Seminário Internacional de Estudos Sobre Discurso e Argumentação (IV SEDiAr) / Organização: María Alejandra Vitale, Eduardo Lopes Piris, Alicia Eugenia Carrizo, Isabel Cristina Michelan de Azevedo, IV, 2018, Universidade de Buenos Aires. Anais do IV Seminário Internacional de Estudos Sobre Discurso e Argumentação (IV SEDiAr). Ilhéus: Editus- Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, p. 570-579.

 

BERNARDI, Lucía. De la recepción como prisma dispersivo: una mirada lingüística sobre los estratos de la instancia receptora en el discurso jurídico. En: Actas del XXIX Congreso Nacional de Derecho Procesal. Universidad Nacional de Santiago del Estero, Asociación Argentina de Derecho Procesal, 2017. Disponible en: http://congresoderechoprocesal2017.jussantiago.gov.ar/wp-content/uploads/2017/06/Tema-4-Luc%C3%ADa-Bernardi-De-la-recepci%C3%B3n-como-prisma-dispersivo-una-mirada-ling%C3%BC%C3%ADstica-sobre-los-estratos-de-la-instancia-receptora-en-el-discurso-jur%C3%ADdico.pdf

 

CAMPOS, Maria Inês B. Entre a ciência e a cultura popular: videoclipe em cena. Cadernos de Linguística, v. 2, n. 4, e599, 2021. Disponível em https://cadernos.abralin.org/index.php/cadernos/article/view/599

 

CAMPOS, Maria Inês B. A dor e o exílio em A criatura dócil: fronteiras estéticas e éticas. In: José Alberto Cotta; Gilberto Safra (Orgs.). Psicanálise e literatura: Imré Kertesz e o desterro humano. São Paulo: E-galáxia, 2015, v. 1, p. 35-53.

 

CUCATTO, Mariana. Impugnação das razões essenciais e uso argumentativo avaliativo das razões acessórias nas sentenças da Suprema Corte de Buenos Aires. Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação (Revista EID&A), n 14,     jul/dez.2017,   p.101-116. Disponível em: http://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/1657/1378

 

CUCATTO, Mariana; SOSA, Toribio. 2018. Obiter dictum y argumentación proyectiva en el precedente Einaudi de la Corte Suprema de la Nación. Cuadernos de la ALFAL, n. 10 maio 2018, p. 259-271.

 

CUCATTO, Mariana. Construcciones conectivas complejas en la argumentación jurisdicional: el caso de “para mayor satisfacción”. Lingüística, v.37, n. 2, dez. 2021, p.31-47.

 

FRANÇA, Hális Alves do Nascimento. Rethinking Interpretative Arguments. In: RAHMAN, S. et al. (Eds.) New Developments in Legal Reasoning and Logic. Nova York: Springer, p. 129-148.

 

FRANÇA, Hális Alves do Nascimento. Orientação argumentativa em acordos multilaterais ambientais. 2021. Tese (Doutorado em Estudos da Linguagem) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2021.


FREITAS, Fernanda Isabela Oliveira e PASSEGGI, Luis Álvaro Sgadari. A Representação Textual-Discursiva de José Dirceu no gênero Acórdão. 23. ed. In: Revista de Filosofia do Direito, do Estado e da Sociedade, n. 1, p. 52-71, maio- set. 2021. Disponível       em: http://www.revistafides.ufrn.br/index.php/br/article/view/546

 

FREITAS, Fernanda Isabela Oliveira; PASSEGGI, Luis Álvaro Sgadari. Os termos de emoção no acórdão do pedido de soltura de José Dirceu na Operação Lava Jato e as Representações Textual-discursivas. In: Revista Eletrônica de Estudos Integrados em Discurso e Argumentação - EID&A, Ilhéus, n. 18, p. 20-37, jan.-abr. 2019. Disponível em: https://periodicos.uesc.br/index.php/eidea/article/view/2195

 

LIMA, Helcira. A construção argumentativa pela emoção no discurso jurídico. In: Estudos sobre argumentação no Brasil hoje [recurso eletrônico] : modelos teóricos e analíticos / Eduardo Lopes Piris, Maria das Graças Soares Rodrigues (organizadores). Natal, RN: EDUFRN, 2020, p. 219-242.

 

LIMA, Helcira Dramatização argumentativa: o Tribunal do Júri entre o ritual e a instabilidade. Synergies Monde, v. 10, p. 113-122, 2013.

 

LOURENÇO, M.V.N.S. O estabelecimento do texto e suas variações no processo crime das ciganas Olga e Adelaide (Caicó/RN, 1937-1938). In: DOMINGOS, José; RODRIGUES, L. P. (Org.). Pesquisas em práticas discursivas, sentidos e subjetividades. Campina Grande: Eduepb, 2021, 180-203.

 

MEDEIROS, Célia Maria; RODRIGUES, Maria das Graças Soares. 2018. Responsabilidade enunciativa na seção “das preliminares” do gênero jurídico contestação. Lingüística, v. 34, n.1, jun. 2018, p. 95-116.

 

NASCIMENTO, E. M. Audiência de conciliação: organização interacional e reformulação parafrástica. Tese de Doutorado. Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem - UFRN, Natal, 2021.

 

PEREZ DE STEFANO, Laura y Rojas, Edgardo Gustavo. Sobre la intuición lingüística en la comunicación jurídica. RevCom, La Plata, n. 6; p. 56-69, julio de 2018. Disponible en: https://perio.unlp.edu.ar/ojs/index.php/revcom/issue/view/187

 

PEREZ DE STEFANO, Laura. Un estudio exploratorio del valor simbólico, informativo y perlocutivo de las denuncias por violencia de género en el ámbito doméstico. En: González, M., Zaikoski, D. y Lanfranco, M. (coordinadoras). Intersecciones entre las Violencias y el Acceso a la justicia: una mirada de género. Ed. Prohistoria, 2022.

 

QUEIROZ, Nouraide Fernandes Rocha de; SILVA, S. M. B.; SIQUEIRA, M.; NASCIMENTO, F. B. Passado, presente e novas perspectivas: entrelaçamento de valores femininos na trajetória histórica do MPRN. 1. ed. Natal: Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, 2022. v. 1.

 

QUEIROZ, Nouraide Fernandes Rocha de. A emoção como argumento em termos de audiência na área de defesa dos direitos da pessoa idosa. In: DAMELE,

Giovanni; RODRIGUES, Maria das Graças Soares; PINTO, Rosalice. Argumentação à luz da racionalidade e da razão. Coimbra: Rui Grácio Editor, 2018, p. 43-56.


RODRIGUES, Maria das Graças Soares. Decisão monocrática do Supremo Tribunal Federal do Brasil – combate ao desmatamento da floresta amazônica – dispositivos textuais, enunciativos e discursivos. In: RALED, v. 22, n. 1, 2022, p. 182-201.

 

RODRIGUES, Maria das Graças Soares. Ponto de vista emocionado no gênero discursivo comentário on-line – violência verbal. In: Linha d’Água, v. 34, n. 1, jan.-abr., 2021, p. 13-28.

 

RODRIGUES, Maria das Graças Soares; MARQUESI, Sueli. Chegou-se a uma posição de certeza de que não perigo ambiental? A existência de certeza necessita ser demonstrada” - plano de texto de uma decisão monocrática. In: Revista FIDES, v.12, n.1, ago.-dez., 2021, p. 19-40.

 

RODRIGUES, Maria das Graças Soares. Suspeição de Moro em debate no STF interfaces textuais, discursivas e enunciativas. In: Revista de Letras da UFC. (No prelo).

 

ROJAS, Edgardo Gustavo. 2012. Justicia, discurso y mundo posibles. Estudio exploratorio sobre las construcciones condicionales contrafactuales en fallos de la Corte Suprema de Justicia de la Nación Argentina”. In: Actas del I Congreso de la Delegación Argentina de la Asociación de Lingüística y Filología de América Latina (ALFAL). Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, UNLP, 2012. Disponible en:                            http://jornadasfilologiaylinguistica.fahce.unlp.edu.ar/v-jornadas/Rojas.pdf/at_download/file

 

 

 

Membros do Projeto de Pesquisa em
Estudos sobre a Linguagem jurídica e comunicação

 

 

Coordenadoras

Profa. Dra. Maria das Graças Soares Rodrigues (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)
Profa.
Dra. Mariana Cucatto (Universidad Nacional de La Plata - CONICET)

 

1.    Alexandro Teixeira Gomes

2.    Ana Lúcia Tinoco Cabral

3.    Ananias Agostinho da Silva

4.    Candida Jaci de Sousa Melo

5.    Caroline de Araújo Pupo Hegemeyer

6.    Daniel Alves Pessoa

7.    Edgardo Gustavo Rojas

8.    Eunice Matias do Nascimento

9.    Fernanda Isabela Oliveira Freitas

10.  Hális Alves do Nascimento França

11.  Helcira Maria Rodrigues de Lima

12.  José Iranilson da Silva

13.  Júlia Ohana Alves Medeiros

14.  Karla Stéphany de Brito Silva

15.  Laura Perez de Stefano

16.  Lucía Bernardi

17.  Luis Alvaro Sagadari Passeggi

18.  Maria das Graças Soares Rodrigues

19.  Maria das Vitórias dos Santos Medeiros

20.  Maria das Vitórias Nunes da Silva Lourenço

21.  Maria de Fátima Santos

22.  Maria do Socorro Oliveira

23.  Maria Elias Soares

24.  Maria Inês Batista Campos

25.  Mariana Cucatto

26.  Marise Adriana Mamede Galvão

27.  Nouraide Fernandes Rocha de Queiroz

28.  Rafael Andrew Gomes Dantas

29.  Rosalice Pinto

30.  Sean Marden

31.  Sueli Cristina Marquesi

32.  Vitória Ranner Pinheiro Pereira