DO TEXTO ESPONTÂNEO AO TEXTO FORMAL NAS AULAS DO ENSINO SUPERIOR MARIA SUZETT BIEMBENGUT SANTADE 1,2 1. FIMI - FACULDADES INTEGRADAS MARIA IMACULADA, 2. FMPFM - FACULDADE MUNICIPAL PROFESSOR FRANCO MONTORO, 3. UERJ - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO suzett.santade@terra.com.br |
Como os processos seletivos são classificatórios com a nota de corte de acordo com o número de vagas de cada curso, os alunos chegam ao ensino superior com fraco conhecimento linguístico sem as bases mínimas de produção textual de cunho literário e acadêmico. Este trabalho propõe apresentar as etapas do ensino de redação e de produção de texto a alunos ingressantes do ensino superior de cursos diversos da instituição de uma cidade do interior do estado de São Paulo. Para tanto, nas bases metodológicas, buscam-se, a princípio, textos introdutórios e conceituais de cada curso para que os alunos possam entender a fundamentação da área escolhida do ensino superior. Como os cursos apresentam na grade curricular somente dois ciclos semestrais da disciplina Comunicação e Expressão com uma carga-horária restrita, seguem-se quatro etapas de construção textual, assim: (i) temática e estrutura; (ii) coesão e coerência textuais; (iii) vocabulário e nova ortografia; (iv) aplicações gramaticais. Os resultados positivos têm sido demonstrados em sala de aula com as produções orais e escritas apresentadas nos semestres pelos alunos no aprimoramento da linguagem objetiva em texto científico de modo geral. Usam-se a multimídia e os recursos tecnológicos comuns na produção dos trabalhos em laboratório de informática e, ainda, busca-se a preparação dos textos sempre integrada à postura oral do alunado para a apresentação em evento acadêmico-científico interno e externo.
Palavras-chave: linguagem formal; produção textual; gramática.
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