PROJETO DE PESQUISA GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS

XVI CONGRESSO INTERNACIONAL ALFAL

Alcalá de Henares (Madrid, Espanha), de 6 a 9 de junho de 2011

 

 

PROPOSTA DE TRABALHO:

A GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS E AS VARIEDADES LUSÓFONAS

 

 

1. Histórico

A proposta de trabalho do Projeto de Pesquisa ‘Gramática do Português’ da ALFAL foi basicamente definida a partir do XIV Congresso realizado em 2005 em Monterrey. Estabeleceu-se, como principal objetivo, num primeiro momento, a descrição gramatical do português e, num segundo momento, a aplicação do resultado dessas descrições à formulação de princípios que pudessem guiar uma gramática de referência.

O resultado dessa proposta mereceu um espaço privilegiado de discussão em equipe no XV Congresso Internacional da ALFAL, realizado em Montevidéu.

No final dos trabalhos, a coordenação propôs um debate organizado em torno de exposições feitas pelo Coordenador do Projeto de Pesquisa e pela Profª Claudia Roncarati de Souza, atual presidente da AILP, Associação Internacional de Linguística do Português na mesa-redonda Diretrizes teórico- metodológicas para um diagnóstico do português em suas variedades transcontinentais.

A mesa-redonda apresentou subsídios que desencadearam a oportunidade de discutir e imprimir uma nova direção temática aos trabalhos com a consequente definição de um novo perfil de pesquisa para o projeto, depois de apresentada uma recomposição da proposta inicial de trabalho. Sem prejuízo das atividades em andamento, o novo perfil comprometeu-se com a discussão de questões de política lingüística relacionadas à formação do português do Brasil em relação a outras variedades de português faladas no mundo lusófono, assim como com a expansão da língua portuguesa pelo mundo lusófono na qualidade de primeira e segunda língua.

 

 

2. Proposta

A agenda para o Projeto, inicialmente debatida no IV Congresso Internacional da ALFAL, realizado em Monterrey, impôs a necessidade de refletir sobre dois pontos principais, a saber, a orientação para o ensino e o trabalho em equipe. Começando pelo primeiro aspecto, como o tema é a gramática do português, o projeto se baseou em alguns pressupostos metodológicos do Projeto de Gramática do Português Falado cujo resultado mais relevante é a publicação de dois dos cinco volumes (v. JUBRAN, KOCH 2006; ILARI; NEVES 2008) que constituem uma verdadeira gramática de referência da modalidade falada. Esse tipo de produção responde por um anseio de revisão do conceito tradicional de gramática, iniciada no Brasil, principalmente na década de 80, com Cunha e Cintra (1985), Perini (1995,) Bechara (1999) e, em Portugal, com Mira Mateus et al. (1983); seus reflexos mais recentes se fazem sentir nos trabalhos de Neves (2000), Vilela & Koch (2001) e Castilho, 2010.

Todos os trabalhos particulares devem orientar-se sempre, em primeiro lugar, pelas seguintes perguntas:

1.      Como a descrição e a explicação teoricamente fundamentada que se faz na universidade pode transformar-se num discurso sobre as regras efetivamente em uso?

2.      Qual é o grau em que aspectos relevantes da descrição do fenômeno abordado estão próximos ou distantes do modo tradicional de descrição das gramáticas puramente prescritivas em uso no ensino escolar?

            Outro aspecto a destacar é que a reflexão sobre uma gramática descritiva deve mobilizar um quadro de referência que privilegie as orientações sobre o ensino da língua portuguesa contidos nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (PCNLP)e, no caso de outras variedades lusófonas, as orientações contidas nos respectivos programas de ensino.

O resultado mais importante da descrição lingüística enfocaria a reflexão sobre como o aprendiz deveria operar sobre o objeto descrito, manipulando-o adequadamente. Pode-se resumir o conjunto de orientações contido nos PCNLP aos seguintes pontos: (a) adoção do texto como unidade básica de ensino; (b) produção lingüística tomada como produção de discursos contextualizados; (c) noção de que os textos distribuem-se num contínuo de gêneros estáveis, com características próprias e são socialmente organizados tanto na fala como na escrita; (d) atenção para a língua em uso, sem se fixar no estudo da gramática como um conjunto de regras, mas frisando a relevância da reflexão sobre a língua; (e) atenção especial para a produção e a compreensão do texto escrito e do texto oral; (f) explicitação da noção de linguagem adotada, com ênfase no aspecto social e histórico; (g) clareza quanto à variedade de usos da língua e variação lingüística (MARCUSCHI 2000: 9).

Esse conjunto de orientações mostra uma concepção de linguagem que associa ‘a interação, em nível teórico, dos princípios constitutivos da estrutura com os princípios discursivos do processamento dessas estruturas’ (CASTILHO; NASCIMENTO 1996: 22). O quadro de referência privilegia, portanto, uma concepção de linguagem em que o produto da atividade verbal seja visto a partir das marcas que a situação discursiva imprime nos enunciados.

Os membros do Projeto de Pesquisa “Gramática do Português” devem, por fim, identificar-se especialmente com uma teoria de gramática, cujo principal compromisso é descrever a linguagem não como um fim em si mesmo, mas como um requisito pragmático da interação verbal. Uma conseqüência metodológica dessa posição é o princípio de que a principal unidade de análise é, em primeira instância, a dimensão textual-interativa, o que pressupõe que as categorias de análise do nível interpessoal e do nível representacional (HALLIDAY, 1970; HENGEVELD, MACKENZIE, 2008) devem alinhar-se às categorias do nível morfossintático, uma concepção de gramática que incorpore categorias não exclusivamente formais de análise.

O segundo aspecto relevante da agenda é, conforme mencionado acima, a motivação para o trabalho em equipe. Os projetos de pesquisa da ALFAL devem promover não apenas o intercâmbio entre pesquisadores de diferentes áreas, mas também, e principalmente, mediante esse intercâmbio, o debate em equipe em direção de um objetivo comum.

Desse modo, os projetos de pesquisa não devem constituir um espaço para a apresentação de trabalhos individuais em torno de um mesmo tema, como tem sido a tradição nos congressos, mas o lugar privilegiado para que o intercâmbio de experiências individuais propicie a dinamização do trabalho dos pesquisadores na direção de uma atuação efetivamente conjunta.

Em função dessa necessidade, decidiu-se consensualmente atribuir liberdade para a escolha do fenômeno a ser descrito. Nesse caso, o único aspecto compartilhado por todos em direção de uma atuação conjunta é o de que, como norma, cada membro não deve restringir suas respectivas contribuições apenas à descrição de um fenômeno, mas deve promover também uma reflexão sobre a possibilidade de implementar uma instrução inovadora no processo de ensino.

Dito em outros termos, uma instrução posta em prática, que parece prudente preservar, é a de que os participantes devem fornecer também uma reflexão sobre o modo como a abordagem científica de um fenômeno de linguagem possa traduzir-se numa contribuição viável para o ensino do português; ou, na pior das hipóteses, sobre o modo como o mesmo fenômeno é tratado nas gramáticas normativas disponíveis, o que, em si mesmo, já fornece um parâmetro implícito de diferenciação de tratamento.

Na discussão que finalizou os trabalhos do projeto de pesquisa “Gramática do Português” no XV Congresso Internacional da ALFAL, realizado em Montevidéu, decidiu-se pela continuidade desse tipo de atividades, mas com um escopo mais abrangente que incluísse todas as variedades lusófonas.

Uma alternativa seria manter a proposta nos termos em que ela está atualmente formulada e discutir se os pesquisadores pretenderiam manter-se como grupos, nos termos em que foram organizados no XV Congresso, organizando uma agenda mínima para si mesmos durante os próximos três anos.

A outra alternativa seria alterar a agenda ou, pelo menos, ajustá-la para abranger a gramática do português no âmbito da lusofonia, não só comparando-a com a gramática da variedade européia, o que já vem sendo realizado exaustivamente, mas comparando-a também com a gramática das variedades africanas do português. O estudo das línguas, dos povos e das culturas africanas é fundamental para a compreensão da gramática do português brasileiro em suas modalidades oral e escrita.

A decisão consensual, no final do debate, estabeleceu como agenda mínima a preservação da descrição gramatical, mas com um modo novo de relacionamento, que permita compreender o real estatuto da variedade brasileira de português em relação a seu próprio processo de formação e em relação a outras variedades da lusofonia - a européia, as africanas e as asiáticas.

Um aspecto que tem incomodado os lingüistas brasileiros é a extrema falta de visibilidade social dos princípios fundamentais da teoria da linguagem e da descrição lingüística. Essa questão de visibilidade foi levantada indiretamente por Mateus (1996), ao alegar que a investigação atualizada e significativa que os linguistas têm dedicado ao português não é suficientemente conhecida pela comunidade científica internacional e, tampouco, ultrapassa as fronteiras do espaço lusófono.

Uma das propostas, que formam um verdadeiro projeto de resistência, tem a ver com o papel da Universidade e, especificamente, da teoria da linguagem. Essa proposta aponta para a questão de pensar o mundo com um olhar não-ocidentalista, o que significaria, no plano mais miúdo, criar uma ética de investigação para a lingüística que envolva crucialmente um processo de renarração ou redescrição da vida social, que está diretamente relacionado à necessidade de compreendê-la (MOITA LOPES, 2006).

A exclusão social dos negros no processo incipiente de produção capitalista que se implantou logo após a abolição da escravatura e a exclusão ideológica de fundo racial com que ainda convivem os brasileiros afro-descendentes está mais do que nunca no centro de uma ética de investigação que encare as influências da língua e da cultura africana na formação da nacionalidade.

As primeiras idéias desenvolvidas no imaginário cultural brasileiro sobre os mitos de origem da brasilidade é a de que o povo brasileiro é o resultado da fusão do português com o sangue indígena, com a exclusão completa do elemento africano. Mais tarde, no começo do século XX, a nascente antropologia brasileira, praticamente inaugurada por Gilberto Freyre, busca interpretar a brasilidade mediante um processo de miscigenação que agora passa a incluir o elemento africano e o indígena.

Segundo Fiorin e Petter (2008), quando se começa a falar da contribuição de portugueses, de índios e de negros na formação da nacionalidade, principia-se a enfatizar a influência das línguas africanas e indígenas no português brasileiro. O modo como nos afastamos e nos aproximamos das línguas africanas constitui uma forma nítida de dar visibilidade maior à lingüística brasileira, além de propiciar condições para justificar propostas coerentes de política lingüística.

Com base nesses pressupostos consensuais, o grupo decidiu adotar a seguinte agenda, sugerida pela Profa. Cláudia Roncarati, Presidenta da AILP:

(i) Mapear e executar um inquérito transcontinental, com base em indicadores relativos à situação sócio-lingüística e político-cultural de cada país lusófono, que está a cargo da AILP.

(ii) Propor projetos de pesquisa que tratem da expansão da língua portuguesa no mundo contemplando o entrelaçamento das etnias e das línguas nas dimensões do multilingüismo, multietnismo e multiculturalismo.

(iii) Dar especial destaque (a) ao status da língua portuguesa, inicialmente como segunda língua, em face das outras línguas mais faladas em países lusófonos recentemente libertos do processo colonial; (b) a sua inserção no quadro político-econômico como língua oficial, de ensino, difusão e de cultura; (c) a suas políticas de ensino, preservação e difusão; (d) a seus imaginários de crenças recobrindo estigma lingüístico e cultural decorrente de raízes sócio-históricas do contato lingüístico, cultural e étnico, etc.

Como essa nova direção não conflita com a agenda anterior, as perguntas mencionadas em (1) e (2) acima continuam atuando como objeto legítimo de pesquisa, que passa a ampliar-se e aprofundar-se. A nova agenda deve permitir compreender, por um lado, o real estatuto da variedade brasileira de português em relação a seu próprio processo de formação e, por outro, o estatuto da língua portuguesa no mundo e, especialmente, no interior da própria lusofonia.

Para contemplar um mínimo de atividade descritiva comum, a título de sugestão, o grupo se comprometeu com o estabelecimento de um corpus, que passou a ser o Português Falado - Documentos Autênticos: Gravações áudio com transcrição alinhada, levantado pelo Centro de Linguística da Universidade de Lisboa (CLUL), uma unidade integrada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Do projeto original resultou um corpus de amostragens de variedades do português falado em Portugal, no Brasil, nos países africanos de língua oficial portuguesa e em Macau e Timor Leste.

Os quatro CD-ROM publicados contêm um corpus de português falado - som e transcrição ortográfica alinhados - recolhido junto de falantes sociolinguisticamente diversificados que têm o português como língua materna ou como língua segunda.

O corpus é constituído por 86 gravações, quer de conversas informais entre pessoas conhecidas ou entre amigos e familiares, quer de intervenções mais formais como, por exemplo, as de programas radiofônicos. São textos exemplificativos do português falado em Portugal (30), no Brasil (20), nos países africanos de língua oficial portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe (5 de cada), em Macau (5), em Goa (3) e em Timor-Leste (3) e correspondem a 8h e 44m de gravação e a 91.966 palavras gráficas. As gravações abrangem um período de tempo que vai de 1970 a 2001, com uma incidência de cerca de 70% na última década. O endereço do site onde é possível acessá-lo em sua plenitude é o seguinte:

http://www.clul.ul.pt/sectores/linguistica_de_corpus/projecto_portuguesfalado.php

            Ficou suficientemente claro, entretanto, que o uso dessa Amostra é apenas uma opção do pesquisador, não necessariamente um requisito básico de participação no programa do Projeto de Pesquisa.

 

 

3. Objetivos e modo de atuação

            Os objetivos gerais deste Projeto de Pesquisa são, portanto, os seguintes:

1)      Congregar pesquisadores interessados nesse objetivo comum e criar condições para uma atuação conjunta.

2)      Promover o intercâmbio de informações entre os pesquisadores mediante o uso de meios eletrônicos.

3)      Discutir fenômenos específicos da gramática das variedades do português falado e escrito e refletir sobre a elaboração de gramáticas de referência que sistematizem esses fenômenos.

            Para a realização prática dos objetivos gerais, prevêem-se os seguintes procedimentos:

·        Convocar os pesquisadores interessados.

·        Promover o intercâmbio de informações entre os pesquisadores mediante uso meios eletrônicos, entre os quais pontifica a abertura de um espaço de discussão e debate no próprio sítio da ALFAL.

·        Organizar as contribuições finais por área e linha de pesquisa para que constem como comunicações científicas no espaço destinado ao Projeto de Pesquisa Gramática do Português no XVI Congresso da ALFAL a realizar-se na Espanha.

·        Reservar um espaço de discussão conjunta no final dos trabalhos com o objetivo de avaliar o alcance teórico e prático das contribuições individuais.

 

 

4. Procedimentos e prazo de inscrição

 

A inscrição para participar no Projeto de Pesquisa deverá seguir o procedimento regular estabelecido pela ALFAL para o envio de resumos e inscrição, conforme instruções contidas no site da associação, ou seja, o interessado deverá enviar um resumo de seu trabalho por meio do formulário eletrônico da página do congresso. O resumo, qualquer que seja a modalidade escolhida, deverá ter as seguintes características:

  • Limite máximo de 300 palavras.
  • Título centrado em maiúsculas sem nenhum tipo de realce.
  • Após o título, deverá constar o nome do autor ou autores, instituição ou departamento acadêmico no qual desenvolve(m) suas atividades, correio eletrônico.
  • Formato do documento: Word para Windows (6.0, 7.0 ou compatível).
  • Margens: 2,5 superior, inferior, esquerdo e direito.
  • Tipo de letra: Times New Roman tamanho 12, espaçamento simples e sem tabulações.
  • Os nomes dos arquivos deverão conter o nome e o sobrenome do autor principal e a Seção do Congresso na qual se inscreve. Por exemplo: Isabel Molina S2.
  • O resumo incluirá: marco teórico, objetivos, fundamentação, metodologia e alcances dos resultados, se for o caso.
  • Se o autor considerar necessário, poderá indicar uma subárea.
  • Deverá enviar também, diretamente ao coordenador, Roberto Gomes Camacho, no endereço camacho@ibilce.unesp.br, a ficha de inscrição anexa e o resumo do trabalho.

 

 

PRAZO MÁXIMO PARA ENVIO DE RESUMOS: 31/10/2010

COMUNICAÇÃO DE ACEITAÇÃO DOS RESUMOS: 31/01/2011

ENVIO DOS TEXTOS COMPLETOS PARA PUBLICAÇÃO EM CDROM: 31/03/2011

 

 

Referências bibliográficas:

 

BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa (ed. rev. e amp.) Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 1999.

CASTILHO, A.T., NASCIMENTO, M. Vale o falado ou o escrito? (Entrevista). Ciências Hoje. V. 20, n. 118, 1996, p. 20-23.

CASTILHO, A.T. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010.

CUNHA, C., LINDLEY CINTRA, L.F. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

FIORIN, J.L.; PETTER, M. Prefácio. In: (FIORIN, J. L.; PETTERS, M. (orgs) Africa no Brasil. A formação da língua portuguesa. São Paulo: Contexto, 2008, p. 7-11.

HALLIDAY, M.A.K. Language structure and language function. In: LYONS, J. (ed.) New horizons in linguistics. Harmondsworth: Penguin Books, 1970, p. 140-165.

HENGEVELD, K.; MACKENZIE, J.L. The Functional Discourse Grammar. Londres: Oxford, 2008.

ILARI, R., NEVES, M.H.M.(Orgs.) Gramática do Português Culto Falado no Brasil. (Vol. II: Classes de Palavras e processos de construção. Campinas; Editora da UNICAMP, 2008.

JUBRAN, C.C.A.S, KOCH, I.G.V. (Orgs.) Gramática do Português Culto Falado no Brasil. (Vol. I: Construção do texto falado. Campinas; Editora da UNICAMP, 2006.

MARCUSCHI, L.A. O papel da lingüística no ensino de línguas. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2000.

MARCUSCHI, L.A. O papel da lingüística no ensino de línguas. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2000.

MATEUS, Maria Helena Mira. O horizonte da investigação sobre o português. Atas do I Congresso Internacional da ABRALIN.  Salvador: FINEP/UFBA, 1996.

 MATEUS, M.H.et. alii. Gramática da língua portuguesa. Coimbra: Almedina, 1983.

MINISTERIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua Portuguesa, 1998.

MOITA LOPES, L.P. Lingüística aplicada e vida contemporânea. Problematização dos contrutos que têm orientado a pesquisa. In: MOITA LOPES, LP (Org.) Por uma lingüística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006.

NEVES, M.H.M. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora UNESP, 2000.

PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1995.

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, 1997, 144p.

VILELA, M., KOCH, I.V. Gramática da língua portuguesa.Coimbra: Almedina, 2001.

 

 

 

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PROJETO DE PESQUISA GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS

XVI CONGRESSO INTERNACIONAL DA ALFAL

 

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

 

PRAZO MÁXIMO PARA ENVIO DE RESUMOS: 31/10/2010

COMUNICAÇÃO DE ACEITAÇÃO DOS RESUMOS: 31/01/2011

ENVIO DOS TEXTOS COMPLETOS PARA PUBLICAÇÃO EM CDROM: 31/03/2011

 

 

 

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Título do trabalho:  (Anexar Resumo)

 

 

 

 

 

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Roberto Gomes Camacho

(camacho@ibilce.unesp.br)

 

Departamento de Estudos Lingüísticos e Literários

Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas

Universidade Estadual Paulista

Câmpus de São José do Rio Preto,